Que fim levou a Operação Anel de Giges? Parou porque? Porque parou?

No final de setembro de 2017, a Polícia Federal fez uma operação e prendeu filho e enteadas do então senador Romero Jucá. Batizada “Anel de Giges”, a operação apurou o desvio de R$ 32 milhões que, supostamente, tiveram como origem o superfaturamento na aquisição da “Fazenda Recreio”, no bairro Cidade Satélite, zona Oeste. A propriedade estava no nome dos filhos de Jucá.

Faz três anos que o caso foi esquecido, “abafado”. Os R$ 32 milhões não foram recuperados e até o momento ninguém foi responsabilizado e preso.

Mesmo fora, já execrado pelas urnas, Romero Jucá continua interferindo em órgãos ministeriais, no Judiciário e, ao que parece, tem poder de influência até numa instituição séria como a Polícia Federal, tão importante no combate à corrupção. Até quando?

Filhos de Jucá torram 3 bilhões em 2 anos

A Operação Anel de Giges investigou a participação de filhos do ex-senador Romero Jucá num esquema de desvio de dinheiro

Obras e terrenos superfaturados, utilização de “laranjas”, farra com dinheiro público… inquérito não anda.

Vai completar três anos que a Polícia Federal não finaliza a operação Anel de Giges. Os alvos são os filhos do ex-senador Romero Jucá.

Quando a operação foi deflagrada, a PF apontou que os envolvidos movimentaram R$ 3 bilhões em 2 anos.

A movimentação bilionária chamou a atenção, após os federais apurarem desvios em projetos financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

Seria bom a Federal começar uma investigação e terminar. O povo de Roraima aguarda resposta.

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