Estados e municípios iniciam medidas mais restritivas contra covid-19

Em tempo de pandemia da Covid-19, na cidade de Criciúma, em Santa Catarina, o prefeito Clésio Salvaro baixou um decreto em que permite a concessão de licença não remunerada para servidores públicos municipais que queiram ficar em casa.

Ao anunciar a decisão, o político disse que se tratava de um lockdown não remunerado e fez uma fala polêmica.

O anúncio foi nas redes sociais do próprio prefeito e causou indignação em servidores. Durante uma transmissão ao vivo, representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Criciúma e Região classificaram a fala como um ato irresponsável.

Na contramão da prefeitura de Criciúma, o governo do Tocantins tem buscado implementar medidas de distanciamento também entre os servidores públicos. A orientação para as prefeituras do estado é que servidores trabalhem de casa, e mantenham o distanciamento.

A prefeitura de Palmas já demonstrou estar de acordo com a proposta e ressaltou que os servidores continuarão mostrando produtividade, só que trabalhando de forma remota.

No restante do país, estados e municípios continuam instituindo medidas mais restritivas por causa do cenário caótico. É o caso da cidade de Vitória, que, a partir desta sexta-feira, suspendeu as atividades de feiras comunitárias e de artesanato, e proibiu a prestação de serviços nas praias.

Alagoas também começou a sexta-feira na fase vermelha, a mais crítica da pandemia. Durante o período, bares, restaurantes e lanchonetes só podem funcionar na modalidade de entrega ou “pegue e leve”.

Há também restrição de circulação de pessoas em todo o estado, que vai de 21h às 5h/. Locais com funcionamento permitido, como academias e salões de beleza, devem funcionar com até 30% da capacidade. Já o comércio varejista não poderá funcionar aos finais de semana.

Imagem de Klaus Hausmann por Pixabay

Com informações da Agência Brasil

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