Criação de Fundação de Amparo à Pesquisa em Roraima é tema de Workshop

A criação de uma Fundação de Amparo à Pesquisa em Roraima foi discutida nesta segunda-feira (17 de junho), no wokshop que teve como tema “Políticas de Amparo à Pesquisa – Contextualização e Planejamento Estratégico”. O encontro foi promovido pelo Grupo de Trabalho do Parque Tecnológico, no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Participaram das discussões representantes do Instituto de Amparo à Ciência, Tecnologia e Inovação (IACT) e o presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Ciência (Confap), Evaldo Vilela. O presidente do Confap considera que Roraima tem um grande potencial para pesquisas inovadoras e, por isso, é necessário investir em ciência e tecnologia para o desenvolvimento do Estado.

“Precisamos agregar a essas ações em curso a ciência e a tecnologia da inovação. Fazer uso do conhecimento para evoluir. Estamos aqui hoje com essa motivação para criar uma Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado. O compartilhamento de ideias, de ações vai estar à disposição de Roraima”, disse Vilela.

Aluízio Nascimento, presidente do IACT, lembrou que Roraima é o único Estado do País que não possui uma FAP. Ele ressaltou que investir em tecnologia faz parte do projeto do governo de Roraima de médio a longo prazo “Roraima 2030”. Segundo Nacimento, não tem como falar em desenvolvimento e não falar em ciência da tecnologia.

“Todo esse trabalho é para que a gente construa com várias mãos essa FAP e que faça com que toda a população ganhe. Temos mais de 20 mil pessoas fazendo faculdades e temos que gerar expectativa para que essas pessoas melhorem”, enfatizou.

Conforme estudos do Grupo de Trabalho, estima-se que somente nos últimos quatro anos Roraima deixou de captar cerca de R$ 20 milhões em recursos para ciência e tecnologia pela ausência de uma Fundação.

Membro do Grupo de Trabalho, Alexandre Henklein Fonseca, frisou que Roraima precisa ter uma estruturação de pesquisa para, assim, receber recursos e gerar desenvolvimento na área. Segundo ele, a cada dólar de investimentos em pesquisa são gerados seis dólares em crescimento econômico, no mínimo nosso PIB (Produto Interno Bruto) teria crescido mais R$ 120 milhões.

Além do Iact, fazem parte do Grupo de Trabalho o Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação (FCTI), Agência de Defesa Agropecuária (Aderr), Faculdades Cathedral, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Federação de Agricultura e Pecuária/ Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faerr/Senar), Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh) e Instituto Federal de Roraima (IFRR).

Ainda integram do GT o Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), Organização das Cooperativas do Brasil (Sistema OCB-RR), Universidade Estadual de Roraima (Uerr), Universidade Federal de Roraima (UFRR), União dos Empreendedores de Roraima (Unirr), Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Secretaria de Desenvolvimento e Planejamento (Seplan).

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