Empresários envolvidos no contrabando de ouro da Venezuela para o Brasil têm contas encerradas por bancos

 Empresários envolvidos no contrabando de ouro da Venezuela para o Brasil têm contas encerradas por bancos

O cntrabando de ouro da Venezuela para o Brasil movimenta somas milionárias em dinheiro e resultou no fechamento das contas dos envolvidos pelos bancos

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A  coluna Diário, da revista eletrônica Crusoé, da mesma equipe editorial que mantém o site O Antagonista, informa que as empresas de Roraima que estão envolvidas no comércio de alimentos com a ditadura de Nicolás Maduro e no contrabando de ouro tiveram suas contas encerradas pelos bancos, como é o caso do Bradesco.

De acordo com a coluna, os empresários que tiveram suas contas fechadas pediam empréstimos milionários para pagar pelo ouro contrabandeado do país vizinho.

Na edição do dia 31 de julho, Crusoé publicou em destaque uma ampla reportagem sobre o contrabando de ouro da Venezuela para o Brasil por meio da fronteira Santa Elena de Uairén/Pacaraima.

Conforme a revista, a intensa movimentação de caminhões carregados com mercadorias e gêneros alimentícios para abastecer o mercado venezuelano transformou a então pacata e tranquila cidade fronteiriça de Pacaraima no 17º maior posto alfandegário do Brasil.

Por lá, de janeiro a junho deste ano, passaram mais de 7.600 carregamentos, totalizando cerca de 1.270 declarações de exportação.

O problema, diz a publicação de repercussão nacional, está na forma de pagamento dos produtos exportados. Ele se acontece ilegalmente por meio de escambo feito com o ouro contrabandeado, que passa para o lado brasileiro sem a devida declaração às autoridades alfandegárias.

Esse mercado negro do outro já foi alvo de operações da Polícia Federal e resultou na prisão de empresários e caminhoneiros envolvidos no esquema.

Com o Bolívar com seu valor no rés do chão e sem dólares para transações de qualquer ordem, os venezuelanos acabam recorrendo ao escambo com o ouro. O preciso metal é extraído de forma ilegal e explora mão de obra barata em território venezuelano.

De acordo com a Crusoé, o esquema de contrabando de ouro conta com a participação de políticos venezuelanos, como é o caso de Justo Noguera, governador do Estado de Bolívar, que despacha com frequência de Santa Elena, ‘eleita’ a capital informal daquele estado. Completam o esquema empresários do ramo supermercadista de Roraima.

Leia a íntegra da matéria Ouro de sangue e da nota Empresários envolvidos em contrabando de ouro venezuelano têm contas encerradas na Coluna Diário

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Luiz Valério

http://luizvalerioblog.wordpress.com

Sou Luiz Valério. Cearense nascido em Juazeiro do Norte, Região do Cariri (CE). Tenho formação em Letras, curso Comunicação Social e atuo como professor e jornalista há 24 anos. Sou Pós-graduado em Comunicação Social, Assessoria de Imprensa e Novas Tecnologias. Atualmente faço uma Pós-graduação em Marketing Digital. Mantenho este blog há 16 anos.

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